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Postado em 10 de Março de 2015 @ 16:15 | 168 views


O Sonata Arctica retornou ao Brasil para – nada mais nada menos do que – 10 apresentações. Os finlandeses tocaram em todos os cantos do país. Porto Alegre não ficou de fora dessa longa viagem tupiniquim, que já havia recebido o conjunto em 2002, na “Silence Tour”. A turnê promove os últimos lançamentos da banda: o álbum de inéditas “Pariah’s Child”e a regravação do clássico “Ecliptica” (1999), que completou 15 anos do seu lançamento no ano de 2014, ano de lançamento de ambos os trabalhos.

Por: Guilherme Dias
Fotos por: Liny Oliveira (facebook/photoslinyoliveira)

Os fãs que chegavam no bar Opinião viam que atrás do telão havia um cenário muito elaborado. A bela montagem de palco pôde ser vista próximo das 20 horas, quando o telão foi recolhido para o Sonata Arctica começar o show. Ao som da introdução “Preacher/ Larger Than Life” o primeiro a entrar no palco foi Tommy Portimo (bateria), vestindo uma camiseta do Brasil, sendo muito ovacionado pelos presentes. Henrik Klingenberg (teclado), Elias Viljanen (guitarra), Pasi Kauppinen (baixo) e Tony Kakko (vocal) lotaram o palco e atacaram com “The Wolves Die Young” (faixa de abertura de “Pariah’s Child”). Do álbum “Ecliptica” a primeira no show foi “8th Commandment” que fez os fãs cantarem mais alto do que Tony em alguns momentos (isso devido ao volume das caixas de som, que estiveram baixos durante toda a apresentação).

Com um enorme sorriso no rosto, o vocalista Tony Kakko disse que era muito bom rever os amigos de Porto Alegre e sem muito papo mandaram mais uma pedrada para o público, a clássica “Paid In Full” (Unia, 2007). O público só se acalmou na quarta música do set, com a cadenciada “What Did You Do in the War, Dad?”. A calmaria não durou muito tempo, pois logo em seguida foi a vez das empolgantes “Losing My Insanity” (cover do vencedor do programa de tv “Ídolos” da Finlândia, Ari Koivunen. A música é de autoria de Tony Kakko) e “Black Sheep” (Silence, 2001) que enlouqueceu todos os headbangers, com direito a duelo entre o keytar de Henrik e a guitarra de Elias.

A balada “Letter To Dana” (Ecliptica) permitiu uma mega atuação de Tony Kakko, a sua performance foi um show a parte, dramatizando perfeitamente todas as passagens da canção, fosse sentado no fundo do palco como se estivesse muito chateado ou cantando com muita bravura e emoção na frente da platéia.

Outro destaque foi a presença do tecladista Henrik, esbanjando qualidade. Henrik nao largou o seu keytar em nenhum momento, usando o teclado em poucas passagens de algumas músicas. Em determinados momentos, o papel do tecladista foi mais importante do que as guitarras de Elias Viljanen. Porém o curioso foi o ânimo do “keytarista”, que embora caminhasse pelo palco e se aproximasse dos fãs, se mostrou muito apático, com a face completamente inexpressiva, diferente dos demais integrantes, que esbanjavam simpatia.

As últimas de “Pariah’s Child” presentes nos set foram: “X Marks the Spot” e a balada “Blood”. Em “X Marks the Spot”, uma voz de fundo tocada na trilha (que poderia ter sido falada por algum outro membro) ocasionou mais uma ótima performance do frontman do grupo, que interagia com essa voz.

A partir daí não teve quem não cantasse, gritasse ou pulasse. “Fullmoon” (Ecliptica) teve a letra cantada em uníssono pelos fãs, que capricharam no final, onde a banda deu duas paradinhas no som para o público cantar o “Runaway, runaway” do refrão sozinhos. “UnOpened” (Ecliptica) e “San Sebastian” (“Successor”, 2000) fecharam a principal parte do show com maestria, com todas as vozes da pista em altíssimo som novamente. Antes da banda sair do palco, o baterista Tommy Portimo se dirigiu ao microfone e disse o seu “olá” para Porto Alegre.

Em pouquíssimo tempo o Sonata voltou para o palco. O bis contou com “My Land” e “Replica” (ambas do “Ecliptica”) e antes da derradeira “Don’t Say a Word”, Kakko realizou um discurso de agradecimento a todos que compraram ingressos para o show, seja para si, para os amigos, ou para a família, dizendo que são os responsáveis por manter a música viva. Ao final do último clássico, ainda havia um motivo para o Sonata continuar no palco: a vodka! Foi no clima de festa, pedindo vodka, que o fantástico show de sexta-feira terminou em Porto Alegre. O Sonata gosta do Brasil, e o Brasil gosta do Sonata, então um retorno breve será muito bem-vindo.


Fonte: Resenha – Sonata Arctica (Bar Opinião, Porto Alegre, 06/03/15)
http://whiplash.net/materias/shows/219797-sonataarctica.html#ixzz3U0z5zzT5

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Postado em 08 de Março de 2015 @ 16:17 | 177 views


Show da Sonata Arctica emocionou os fãs no Opinião em Porto Alegre | Foto: Homero Pivotto Jr / Assessoria Abstratti /  Divulgação / CP

Show da Sonata Arctica emocionou os fãs no Opinião em Porto Alegre | Foto: Homero Pivotto Jr / Assessoria Abstratti / Divulgação / CP

Por Chico Izidro

A banda finlandesa Sonata Arctica proporcionou momentos inesquecíveis para seus fãs na noite dessa sexta-feira no Opinião, em Porto Alegre, em sua última apresentação em terras brasileiras de sua turnê do lançamento de seu 12º álbum, “Pariah’s Child”. Bar lotado e a galera simplesmente cantando junto todas as músicas interpretadas pelo vocalista Tony Kakko, de excelente movimentação no palco e integração com o público.

O grupo tem ainda o excelente guitarrista Elias Viljanen, o baixista Pasi Kauppinen, o tecladista Henrik Klingenberg e o baterista Tommy Portimo, que simplesmente ganhou a atenção dos presentes ao entrar em cena com uma camisa da Seleção Brasileira de número 10, com o nome de Neymar Jr. às costas.

Iniciando exatamente às 20h02, ou seja, apenas dois minutos depois do previsto, o show apresentou um setlist bem elaborado, com direito a músicas do mais recente lançamento, o já citado “Pariah’s Child”, o primeiro disco “Ecliptica”, passando ainda por “Stones Grow Her Name” e “Silence”. Em uma hora e meia de espetáculo, foram executadas músicas como The Wolves Die Young, Losing My Insanity, My Land, Replica e Kingdom for a Heart. Mas o que levantou a galera foram nos clássicos Black Sheep, San Sebastian e Fullmoon e na novíssima e romântica Love, propiciando aos casais presentes longos beijos e abraços.

Depois da finaleira, com Don’t Say a Word, simplesmente o público não queria que a banda deixasse o palco. E os músicos também não pareciam dispostos a ir embora, ficando ali, para fotos, atirando paletas e baquetas para os fãs.

A Sonata Arctica, depois de 10 apresentações pelo Brasil, que se iniciaram por Fortaleza, segue agora para a continuação em seu giro pela América Latina. O próximo destino é Buenos Aires, depois Santiago do Chile, Bolívia, Peru, Colômbia e encerrando no México, no dia 22. Boa viagem.

www.correiodopovo.com.br/ArteAgenda/550750/Banda-Sonata-Arctica-lota-Opiniao-e-emociona-publico

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Postado em 06 de Março de 2015 @ 16:18 | 183 views


Fotos: Henriique Oliveira
Confira mais fotos do evento: http://www.portaldoinferno.com.br/fotos/velvet-moonlight-troll-e-sonata-arctica-osasco-27022015.html

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Postado em 04 de Março de 2015 @ 16:31 | 200 views


Por Otávio Juliano
Fotos por Leandro Anhelli (www.anhelli.com.br)

Diretamente da Finlândia para Osasco! Os finlandeses do Sonata Arctica invadiram a cidade da grande São Paulo na última sexta-feira e trouxeram ao público um pouco do Power Metal que faz da banda um dos grandes nomes do estilo.

Em extensa turnê pelo Brasil, o Sonata Arctica passou por Osasco em evento divulgado pela Rádio Kiss FM, com participação de duas bandas de abertura, uma delas escolhidas pela produtora com base no material recebido dos próprios candidatos (vide abaixo).

Pontualmente às 21:30hs o Sonata Arctica subiu ao palco, para uma casa que não estava cheia, mas que se mostrou muito confortável e com ótima qualidade de som. De todos os lados da pista se via o palco e a banda usou e abusou das luzes coloridas durante a apresentação, tornando o show ainda mais bonito de ver, já desde a abertura com “The Wolves Die Young”, do álbum “Pariah’s Child” (2014).

Seja com palmas ou soltando a voz para acompanhar o vocalista Tony, o público presente participou ativamente do concerto. Os músicos responderam à altura, como se estivessem tocando em um grande festival, mostrando canções rápidas como “8th Commandment” e “Black Sheep”, sempre com a forte presença dos teclados, comandados por Henrik Klingenberg.

As baladas, executadas com muita emoção pela banda, ficaram por conta da linda “Tallulah” e “Letter To Dana”, canção que faz parte do primeiro disco lançado pelo grupo, em 1999 (relançado em edição de aniversário em 2014). Outro grande momento da noite foi a execução de “I Have a Right”, música de letra muito bonita e levada cadenciada.

Antes do bis, o show foi fechado com a veloz “San Sebastian”, que fez “Osasco tremer”, devido à agitação dos fãs. O contraponto se deu com “White Pearl, Black Oceans…”, menos acelerada no início e bastante longa, seguida de “Don’t Say a Word”, responsável por encerrar a noite, quando já passava das 23hs.

Matéria completa: Clique aqui.

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